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O tour mais charmoso de Buenos Aires

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Ok, eu prometi que ia ter post em dobro ontem e acabei não fazendo nenhum. Prometo que amanhã a coisa toda melhora e eu volto a postar loucamente.

Na terça-feira teve post com todas as minhas novidades de Buenos Aires. Todas, menos uma. Não foi à toa que a novidade 5 ganhou um post todinho dela. Essa, sem dúvida, foi a surpresa mais divertida e gostosa da viagem.

Como sempre, bom começar pelo início.

Eu cheguei em Buenos Aires, na quinta-feira, lá pela hora do almoço. E, na empolgação da viagem cazamiga, não demorou muito pra postar a primeira foto no Instagram (pra quem não viu, foi essa aqui ó). E quando eu digo que, quando a gente joga energia boa pra web, essa energia volta, é porque é verdade (pelo menos boa parte das vezes). Um horinha depois da foto ser publicada, uma moça fez um comentário, pedindo o email do blog pra me convidar pra um tour pela cidade.

O email chegou e eu fui descobrindo um pouco mais sobre a tal moça e o que ela faz lá pela terra dos hermanos.

Bem, o nome da loira que vocês podem ver aqui embaixo é Ligia Baleeiro.


Ligia é brasileira, gaúcha, mas morou no Paraná um tempão. Fez faculdade de moda e era figurinista aqui no Brasil. Foi para Buenos Aires fazer um curso de três meses, mas, com apenas 20 dias lá, a Lígia conheceu o Ramiro, um argentino para chamar de seu. Amor a primeira vista que, 4 anos depois, vai chegar no altar (eles se casam agora em dezembro, numa cerimônia no campo que, pelo jeitinho da Lígia, vai ter carinha bem vintage e romântica).

Depois de um tempo fazendo produção de figurino para filmes e publicidade lá na Argentina, ela teve uma ideia genial. Como é muito garimpeira e curiosa, a Lígia conhece tudo quanto é endereço escondido de Buenos, então, resolveu montar o seu negócio, fazendo tours de compras pela cidade e dividindo com turistas de todos os cantos, suas dicas secretas.

Foi aí que nasceu o La Vestuarista, um serviço com 4 opções de tours por Buenos Aires. Cada tour tem um estilo e passa por uma parte específica da cidade. Tem o Fashion Palermo, em que a Lígia te leva pra conhecer show rooms de estilistas que estão depontando no cenário da moda argentina (e por isso ainda são baratinhos), tem o Luxury Recoleta, em que ela te leva pros endereços mais refinados do bairro mais chique de Buenos e tem um tour de noivas, que visita os ateliers de noivas mais legais em busca do vestido perfeito pro grande dia (eu queria super fazer esse, mas tem que marcar com, pelo menos, 2 dias de antecedência pra ela poder agendar tudinho).

Bem, no tal email que a Lígia me mandou, ela me convidou pra fazer um de seus tours. Falou pra eu entrar no site dela e escolher o meu preferido. Entrei, olhei e no domingão, meu último dia lá, fui encontrar a moça no café Hierbabuena, em San Telmo, para o tour Vintage. E, a partir daí, foram 5 horas de diversão, coisas lindas e surpresas bacanas demais. Olha o vídeo dele aqui embaixo:


O tour se chama Vintage San Telmo e começou num brechó enorme e super escondido lá em San Telmo mesmo. A dona mora lá mesmo e a coisa toda é um misto de sala de estar antiga e abarrotada de garimpos antigos lindos de viver (inclusive uns vestidos de noiva - lindos e baratex, dica boa para noivas com budget apertado). Só esse brechó lindo já valeria o tour inteiro, mas ele não parou por aí.

Do brechó para o mercado de antiguidades em San Telmo, do mercado para uma lojinha lindeza de decoração, de lá para uma chapelaria, tudo isso com direito a sanduba vegetariano e cerveja gelada no meio do caminho.

Mas foi o finalzinho que nos reservou a maior surpresa: um passeio de volta a Palermo, passando por um monte de pontos turísticos da cidade, tudo a bordo de uma limosine vintage conversível azul turquesa. O passeio perfeito para um dia de sol.


Acho que só pela quantidade de coisas que escrevi, deu pra perceber o quanto amei o dia. Por isso, recomendo loucamente. Um dia girlie e em super boa companhia, descobrindo tesourinhos escondidos do jeito que a gente gosta!

Já falei pra Lígia que, na próxima vez que for a Buenos Aires quero fazer os outros!







Girlie Buenos Aires

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Desculpa por ter sumido aqui, gente!!! Semana passada foi daquelas doidonas e, pra completar, ainda teve feriadão aqui em São Paulo!

Mas cá estou eu se volta pra gente botar todo o papo em dia!

Bem, quem segue o @mourajo no Instagram (eu sei, sempre faço esse mini auto-jabá, mas é que posto muita coisa lá primeiro, entonces, vale a pena acompanhar), viu que eu passei um feriadão bem girlie lá em Buenos Aires. Pois é! Catei algumas das minhas melhores amigas + o meu melhor amigo e fomos aproveitar o feriado fazendo o que a gente adora: hablar, comer e beber! (e não precisa se preocupar com o namo, ele estava em ótima companhia viajando com os amigos dele também).

Eu já fui pra Buenos algumas vezes e confesso que a gente escolheu passar o feriado lá justamente por isso. Eu tava precisando relaxar e não queria ficar na função turística. Queria ir pra um lugar que fosse mesmo mais familiar pra não ficar naquela sede doida de querer conhecer tudo em 4 dias (acreditem, quando eu viajo pra lugares novos, viro a maníaca da programação).

Buenos Aires era uma alternativa super gostosa e que todas nós já conhecíamos. Então, a gente se deu o luxo de passear sem pressa e ocupar grandes partes dos dias com o fatigante exercício de levantar taças e garfos.

Por outro lado, o bom de Buenos é que, não importa quantas vezes você já esteve por lá, sempre tem coisa nova pra ver. Eu já tinha feito dois posts sobre a cidade (pra quem não viu, olha eles aqui e aqui), mas o de hoje tá recheadinho de novidades. Vamos a elas?

Novidade #1: o hotel

Quem vê o L Hotel da rua, não tem ideia do tesourinho que a fachada marrom esconde. Digo esconde porque o que está lá atrás parece um segredo bem guardado mesmo. Ao entrar, a gente se depara com um lounge/recepção num estilo quase inglês. Pufes e poltronas te convidam a se sentar enquanto o check in é feito bem ali, em duas mesinhas pequenas, tudo num clima informal e simpático.

Os quartos não são grandes, mas também não são pequenos. A cama é daquelas que abraça e o único ponto de atenção é que, se você gosta de dormir até tarde, vai sofrer um pouquinho com as conversas dos hóspedes passando na frente do quarto pela manhã. Nada grave. Confesso que acho bom ter um estímulo natural pra acordar quando estou viajando (odeio acordar tarde em viagens).

Mas é na área aberta depois dos quartos que o L Hotel mostra todo o seu charme. Uma área pequena, porém cheia de encanto. Muros de heras por todos os lados parecem a continuação natural do gramado verdinho e macio que cobre todo o chão. No meio, uma piscina verdinha. Não, não era azul. Era verdinha. E linda. Nos cantinhos flores lilás brotavam do meio do verde.


O nosso Jardim Secreto, como eu apelidei esse cantinho do hotel era tão charmoso e convidativo que, por duas vezes ao longo dos 4 dias virou o nosso point. Tacinhas de vinho branco nas mãos, toalhas brancas em cima da grama e papo varando a tarde. Tem coisa melhor?



Novidade #2: o brunch

Ok, tinha uma coisa que o nosso hotel deixou a desejar: o café da manhã. Entonces, depois de dois dias desejando huevos revueltos, resolvemos desbravar o bairro em busca de um café da manhã dos deuses. Acabamos no Home Buenos Aires, um boutique hotel ali pertinho com um brunch de comer de joelhos. Além de um ambiente super delicinha (o hotel em si é super moderninho, mas a área externa, onde a gente se sentou, é super verde, perfeita pra um dia de sol gostoso), a comida é de babar.

Minhas escolhas: ovos benedict em cima de muffin com batatas e saladinha de rúcula e, de sobremesa, o MELHOR cheesecake de todos os tempos. Pode acreditar em mim.


Novidade #3: o bar

Já que estamos falando de surpresas, o Floreria Atlântico não poderia ficar de fora. Veja bem, trata-se de uma floricultura fofura pura. Flores lindas e arranjos charmosos. Na parede ainda tem um banho de vinho argentino delícia pra fazer o combo flores + vinho de presente para a pessoa amada.

Tudo lindo, tudo certo. A lojinha é de verdade e funciona bonitinha. Maaaaas, ali no cantinho tem uma porta de freezer. E você tá crente que é um freezer mesmo, daqueles que tem em floricultura pra deixar as flores refrigeradas pra não murcharem. Ahá. Lêdo engano.

Ao abrir a porta, você se depara com uma escadinha estreita. Quase um buraco da Alice. Descendo pelos degraus já dá pra ouvir o burburinho. Lá embaixo, um bar comprido e estreito e cheio de gente animada conversando. Tem coisa mais legal?

Se a surpresa não fosse suficiente, os drinks já seriam. Pra começar, eles tem uma produção própria de gin feito com mate. O tal gin serve como base pra os mais diversos tipos de drinks. Pra comer, a entrada de cogumelos é de fazer chorar.



Novidade #4: o restô

Eu já tinha ido no Green Bambu há muitos anos (na primeira vez que fui a Buenos Aires). Mas foi dessa vez que eu me dei conta do quanto ele é gostoso. O ambiente é super divertido, com carinha oriental moderna e descontraída. A gente pegou um tatame pra 6 pessoas e ficamos lá durante horas experimentando de tudo. O menu vietnamita tem um monte de coisas gostosas de diferentes. Eu amei o rolinho de massa de arroz e os crisps de batata doce com camarão. Ah! E o pisco sour é uma delícia!

Novidade #5: surpresa!

A novidade 5 merece um post todinho dela!
Conto no próximo post!

Amanhã tem, não um, mas dois posts! Só pra compensar a minha ausência!

E quem não segue o @mourajo, pode tratar de entrar lá no Insta e começar a papear comigo lá também!

Muah!


Domingo inspirado no chiquê

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Não vou mentir, domingão é um dia que, geralmente, dá uma preguiça danada de se arrumar. Mas, uma vez a cada lua nova, eu acordo inspirada. Bem, esse domingo de inspiração foi ontem.

Não tinha nenhum grande evento. Nenhum compromisso mais bacanudo. Só um almocinho com amigos num restaurante gostoso e com um significado especial (era o mesmo que a gente fez o almoço pós casamento civil). Eu só sei que me empolguei mesmo. E o que começou como um look despretensioso com shortinho e camiseta virou elegância purinha (modéstia à parte :-).

Como eu falei, a história começou com um shortinho branco e uma blusa listrada. Um look como tantos outros de domingo. PB, fácil, básico. Se rolasse um tênis ou uma rasteirinha e uma jaqueta de couro ia ter sido um clássico do domingão. Mas eis que apareceram dois outros elementos que mudaram toda a história. Vamos a eles:

Elemento 1: um blazer
Tava frio. Mas eu queria usar branco (ando com essa mania, eu sei). E o único casaco branco que consegui achar foi esse maxi blazer. E, como diz o dito popular: não tem tu, vai tu mesmo.

Elemento 2: um escarpin
Eu já tava de blazer, então, pro escarpin, foi um pulinho.


Além dos dois elementos chiquetosos, aproveitei o look quase todo branco, pra inserir pontinhos de cor que contrastassem bem e dessem mais vida pra história: batom vermelho e bolsa azul. Tudo minimalista, mas cheio de charme.


Última coisinha? Parece que, quando a gente tá inspirada, o universo conspira a favor. Fazia tempo que eu não achava que o meu cabelo tava com caimento tão legal. Fora isso, tem um tempo que eu pintei o bichinho, mas tô achando que a cor tá ficando mais legal agora que ele tá mais desbotadinho.


Pronto! Domingo chique pra começar a semana bem!

Créditos:

Short: Lee Loo
Blusa: Zara
Blazer: Mango
Sapato: Schutz
Bolsa: Adô Atelier
Batom: Ruby Woo da MAC


Azul da cor da calma

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Tem dias em que a gente acorda já devendo horas pro dia que nem começou. Academia de manhã cedo, trabalho bombando, blog, reuniões. Esses dias que precisavam ter 40 horas pra gente dar conta do recado.

Hoje foi exatamente assim. Coisas demais. Tempo de menos.

É raro me ver saindo de casa sem secar o cabelo. Hoje não deu tempo. Prendi a franja pra trás e fui fotografar com o cabelo molhado meio maluquete mesmo.

Nesses dias, em que você sabe que o stress, em algum momento (ou vários) vai te alcançar, eu gosto de apostar em looks que transmitam um pouquinho de calma. Claro, tem que ser confortável, gostoso e prático, afinal, temos 30 horas de atividades pela frente. Mas, além de tudo isso aí, eu gosto de apostar em cores que dêem uma certa tranquilidade. Sabe o papo de que as cores mexem com as emoções da gente? Já reparou como toda marca de comida tem vermelho? e em como toda marca de produto de limpeza tem azul? Pois é.

Hoje eu queria essa cor que me trouxesse calma. Fui no armário e encontrei essa saia azul clarinha, quase cinza. Exatamente o que eu queria. E foi a partir dela que montei o look todo.


Combinei a saia clarinha com uma blusinha listrada branca e azul. Catei um casaquinho jeans e o look ficou assim, todo azul clarinho. Todo calminho.


Os únicos elementos que eu permiti que quebrassem o clima clarinho foram: o colar que faz conjunto com o brinco de lagosta do casório (esse eu ainda não tinha mostrado por aqui, não é gracinha?) e a bolsinha que ganhei da Adô (igualzinha à laranja amada que eu já possuo).


Falando em Adô, cê já tá participando da promoção #oquecabe pra ganhar uma bolsa lindeza deles? Entra lá no Instagram @mourajo que eu conto tudo! Corre! Corre!

E que amanhã a calma não dependa das cores do look! Uma sexta tranquila e feliz procês!

Créditos:

Saia: Zara
Camiseta: Topshop
Jaqueta jeans: Topshop
Bolsa: Adô Atelier
Colar: Dolores Iguacel
Sapato: Zara



Uma tendência pra chamar de minha

Eu não sou de ceder a toda e qualquer tendência que aparece por aí. Acho super bacana saber o que tá acontecendo, pegar referências novas e, a partir delas, entender o que mais combina comigo e adaptar ao meu guarda-roupa e ao meu dia a dia.

Mas, de vez em quando, aparece uma novidade que simplesmente fisga o nosso coração. Pra mim, a novidade apaixonante da vez é essa história de usar tênis com looks arrumadinhos e cheios de alfaiataria.

Ontem mesmo eu resgatei o meu Converse de zebra e usei no look PB com saia midi e camisa social. E fiquei doidinha de amor. A graça da história: você tá arrumadinha, gatinha, charmosa e de tênis! É a glória, gente.

Daí que amei tanto que resolvi repetir a dose. Tênis e alfaiataria. Esporte e chiquê. Tudo juntinho. Mantive o tênis e a camisa social, mas queria um pouquinho de cor (cês repararam como as últimas postagens foram todas na direção do PB?). Então, substituí a saia preta pela pantalona cropped com clima tropical.


O legal é que a zebrinha fez o contraste perfeito com a estampa da calça.


Pra finalizar o look, tô aproveitando pra usar a Dodô (a maxi carteira gatuxa que ilustra o look) enquanto a vencedora da promoção não leva a bichinha embora pra casa.

Pra quem não tá sabendo ainda, estamos com promoção super bacana rolando em parceria com a Adô Atelier lá no Instagram. Pra participar basta postar uma das minhas fotos usando a Dodô, taggear a @ado_atelier e o @mourajo e contar pra gente #oquecabe na sua Dodô. Ah! E pode soltar a criatividade! A resposta mais legal leva essa maxi carteira coisa linda da vida.

Ah! E tem que colocar a hashtag #oquecabe no Instagram pra ficar mais fácil da gente contabilizar!


É isso, gente! Espero que vocês tenham gostado e que tenham se animado pra participar da promoção! Ela rola até sexta e o resultado sai no Sábado! Corre lá no @mourajo no Instagram pra fazer mais!

Créditos:

Calça: Topshop
Camisa: Turquesa
Sapato: Conversa
Bolsa: Adô Atelier
Óculos: Ray Ban

Post patrocinado: O que cabe na minha Adô?

Há umas duas semanas atrás, quando eu decidi que passaria este último sábado em BH, a primeira coisa que pensei foi: preciso conhecer a Adô.

Eu conheci a Adô a quase um ano, quando a Ana (aka Enjoei) apareceu num almocinho nosso portanto uma bolsa escandalosamente linda. Eu perguntei, ela respondeu e eu me apaixonei pelo design charmosos e funcional e pelo jeito colorido de encarar a vida dessa marca mineira.

A loja virtual das moças da Adô já é um encanto, então cês imaginam a minha curiosidade pra ver como seria a tradução desse encantamento numa lojinha ao vivo e a cores.

Cheguei na porta da casa branquinha no bairro do Prado em BH exatamente às 10 da manhã. Uma moça, lá dentro da loja, tratava, naquele momento, de virar a plaquinha que dizia "Closed" ("Fechado") para "Open, welcome" ("Aberto, seja bem vindo"). Entrei e num instante me senti, exatamente como anunciava a plaquinha: bem vinda.


A loja é linda e cheia de graça. Caixotes de madeira servem de prateleiras pras bolsas coloridas que são marca registrada da Adô. Cada uma de um formato, de um tamanho, mas todas com o charme e irreverência próprios da marca.


Sentei lá e a Elen (vendedora querida e ótima fotógrafa) me ofereceu uma água. Enquanto bebia, um golinho de cada vez (cheia de calma, porque pressa não combina com esse lugar), conversamos e ela me ajudou a escolher A bolsa. Olha só ela aqui, que lindeza!


Uma carteira maxi de couro pintada à mão. Toda PB pra combinar com absolutamente tudo, toda gráfica, toda modernete. Chiquê master.



Mas aí, leitora, você me pergunta: você comprou a bolsa, Jo? Não tá 6 meses sem comprar? E eu respondo: a tal bolsa escolhida não era pra mim, gente. Era pra vocês!

Ah, deixa eu explicar que é legal. Quando decidi ir pra BH e visitar a Adô, propus pra eles, já que eu não tô podendo comprar, que a gente escolhesse uma bolsa bem bacanuda deles pra sortear por aqui! Sim!!! Está no ar a segunda promoção da vida do blog!

Perguntinhas plausíveis: Como participar? Como ganhar? Como não morrer de ansiedade? Vamos esclarecer tudinho! Tá tudinho explicadinho lá no meu Instagram @mourajo, mas, em resumo, tem que repostar a minha foto usando a bolsinha Dodô (essa em questão) e dizer o que você colocaria dentro da sua Dodô. A Dodô é enorme, então dá pra ser beeeem criativa gente! Só pra vocês terem uma ideia, hoje consegui enfiar o meu computador aí dentro!

Daí é só taggear o @ado_atelier e o @mourajo e usar a hashtag #oquecabe que você já tá concorrendo!

A melhor resposta ganha essa belezurinha!

Então taca-le pau nesse carrinho, Marco! E corre lá pra participar!

A promoção dura até o fim da semana e você pode participar quantas vezes quiser!

Créditos:

Saia: COS
Cinto: C&A
Camisa: Turquesa
Sapato: Converse
Carteira: Adô Atelier
Óculos: Zero UV




Versace para Riachuelo X Stella para C&A, uma modesta opinião

Semana passada rolou São Paulo Fashion Week. Foram mais de 30 desfiles distribuídos ao longo de 5 dias. Cinco dias em que o povo da moda ferveu pra cima e pra baixo, trabalhou pra caramba, festejou pra caramba e botou todos os melhores outfits pra jogo.

Felizmente, ou infelizmente, não sei ao certo, eu não faço parte desse grupo de íntimos que lidou bem de pertinho com o evento. Não fui a nenhum desfile, nem a nenhuma festinha, não badalei e ainda arranquei um ciso na quarta-feira.

Eu confesso que não sou das que mais acompanha os desfiles, mas, essa semana em especial, dois eventos fashionísticos foram tão badalados que invadiram a minha timeline e, mesmo sentada e sem dente lá no meu sofá, eu não tive como não prestar atenção.

Foram eles, em ordem cronológica, a coletiva de pré-lançamento da coleção da Stella Mccartney para a C&A e o desfile/ mega festa de lançamento da parceria entre a Versace e a Riachuelo.

Dois eventos com um dia de diferença e cheios de semelhanças: duas fast fashion grandonas, assinando coleções com mega marcas de luxo internacionais, com cobertura extensiva da mídia e presença em massa de bloggers super famosas, além das próprias estrelas do show: Donatellinha e Stellinha ao vivo e a cores.

Óbvio que fiquei curiosa pra ver o estilão de cada uma das coleções. Fui fuçar e, de cara, já deu pra sacar. Entre tantas semelhanças, foi nas roupas que se viu muita diferença.

Claro, são dois estilos totalmente diferentes. Duas propostas quase antagônicas. Stellinha, de um lado, mostrando todo o seu minimalismo. Alfaiataria linda de viver, tudo em tons clarinhos, rosa clarinho, azul clarinho, muito branco e um toque de dourado que faz toda a diferença. Eu mesma fiquei enlouquecida pela calça dourada (essa que você vê na foto aqui embaixo). De uma coleção inteira que me deixou babando, essa calça foi o golpe de misericórdia no meu coraçãozinho.

De uma forma geral, as peças refletem o melhor da Stella: simplicidade, feminilidade e elegância em peças super usáveis para o dia a dia.


Do outro lado do ringue, temos a coleção da nossa amiga Donatellinha. Uma proposta totalmente diferente, mas que parte da mesma premissa: ícones que marcaram época e formas absolutamente fiéis a essência da Versace.

Tá tudo lá: a sensualidade, a extravagância, o dourado. As peças são bem mais coladinhas no corpo e seguem tendências do momento: muito cropped, saia lápis e calça flare. Eu gostei particularmente das estampas com clima marítimo (ando meio nessa pegada, vide a lagosta do casório).


Tudo bom, tudo bem.

Sou a maior apoiadora de parcerias como essas porque não deixam de ser mais um jeito de democratizar a moda. Mas, tendo, os dois, acontecido tão ao mesmo tempo, fica difícil não cair na tentação de botar  na balança e ver que lado pesa mais. Então, aviso logo, pesei e escolhi a minha preferida.

Na verdade, a minha escolha não tem a ver apenas com a roupa, principalmente, porque achei tudo bem bonito. E, sabe como é que é, gosto é que nem bunda, cada um tem a sua. O que roubou meu coração e fez a balança pesar mesmo foi essa declaração aqui:

"As peças que estão aqui são atemporais, têm design e foram feitas com o melhor material possível para durarem muito tempo. E eu acho que as marcas de luxo que fecharem parcerias com redes de fast fashion precisam ter isso em mente: a razão deles se unirem é desacelerar o fast fashion pelo menos um pouco, para que as pessoas possam fazer investimentos para a vida toda. Isso é muito importante para mim. Não dá para esperar ter só luxo no mundo. Vamos ser realistas. A indústria de fast fashion é grande e deve ser respeitada. O que não gosto é da cultura de usar e jogar fora. De você investir seu dinheiro e seis meses depois jogar a peça fora. Não importa quanto você pagou, tem que manter por mais tempo."

Quem disse foi a filhota do Paul, numa entrevista para o site FFW (na íntegra aqui).

Quando leio coisas assim, meu coração se enche de esperança de que estamos no caminho para, um dia, viver uma indústria de moda mais em sintonia com a vida real. A vida de pessoas que não podem comprar todo dia, nem jogar fora metade do armário a cada estação. E, por isso, eu aplaudo de pé a dona Stella.

Fico feliz em dizer que sou prova viva de que tudo o que a moça falou aí em cima é a mais pura verdade. Há quase quatro anos ganhei 3 vestidos da primeira parceria Stella + C&A (na época eu já estava sem comprar e a minha irmã me deu os vestidos de presente de aniversário). Hoje, eu ainda amo e uso cada um deles. Afinal de contas, tem coisa melhor do que encontrar aquele vestidinho que você sabe que vai ser seu amigo pela vida toda?


Sim, esse aqui em cima, em 4 versões diferentes, é o vestidinho regata lá da primeira coleção. Meu amigo de fé, irmão, camarada e que já me salvou em inúmeras ocasiões.

Então é isso, gente. Dia 18 a coleção chega nas lojas (a da Versace já tá rolando). Eu não poderei estar lá porque tô (de novo) em abstinência (acho que a Stella tem uma implicância pessoal com a minha pessoa), mas a minha recomendação é: se puder, vá lá e dê uma olhadinha. Vai que você faz um amigo como eu fiz há quase 4 anos atrás.