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O mistério das botas

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Eu sou de Salvador e morei no Rio durante 9 anos. Quando cheguei em São Paulo, uma das coisas que mais me deu trabalho foi desvendar a lógica dos sapatos de inverno, mais precisamente, das botas. No Rio e em Salvador, a vida passa e a gente não sente necessidade de cobrir os pés (digo cobrir meeeeesmo, um cobrir que vai além do oxford/slipper/tênis pros dias menos quentes) a não ser por estilo.

Eu nunca fui muito de botas. O meu pé é relativamente grande (ah, vá, relativamente nada, ele é bem grande mesmo), então eu sempre fugi de qualquer tipo de calçado fechado demais ou masculino demais  que pudesse deixar os bichinhos ainda mais mondronguentos do que eles já são.

Além disso, bota é um troço caro. Sandalinha, sapatinho, um oxfordzinho, tudo isso dá pra encontrar por um preço camarada. Bota é mais complicado. Primeiro porque é mais caro mesmo e ponto (esse "caro" podendo variar bem, claro) e, segundo, porque, como vai ser um troço mais caro, o ideal é você investir numa que vai durar bastante.

Mas, hoje, depois de 4 anos nessa cidade, posso dizer que, finalmente, entendi como lidar com as eventuais necessidades botísticas. Deixa eu contar como que isso aconteceu.

Cês lembram dessa bota aqui, né? Eu comprei essa bota durante a viagem de final de ano pros States. Tava no meio do inverno e eu com um frio do cão (que eu achei que não fosse rolar em Miami, mas rolou e eu quase congelei). Entrei na Urban Outfitters em busca de roupinhas quentinhas e o que eu encontrei? Essa bota do link aí de cima. E em liqui.

Corta pro Brasil. Chegou o outono e eu usei a tal bota feito uma alucicrazy: com saia, com calça, com legging, com vestido, sem meia, com meia. E, convenhamos, não era a melhor bota da paróquia. Tinha sido baratinha e surgiu como uma solução pra um problema de frio imediato, mas não era, nem de longe, uma bota pra vida.

Ainda assim, eu segui usando a coitada. Até semana passada. No dia em que eu me deparei comigo mesma, no meio de uma reunião de trabalho no trabalho novo, com a tal bota que anda sozinha, senti uma pontada de vergonha. Eu não sou dessas de se incomodar com essas coisas, roupa velha, usada e tal (senão eu não seria tão frequentadora de brechós), mas deu vergonha mesmo.

Corta, tô no shopping no final de semana. Passo na frente de Arezzo: liqui. Na frente da Schutz: liqui. Entrei nas duas. A Arezzo tava com 50% de desconto em botas e bolsas. A Schutz tava com 50% em cima de botas. Entrei nas duas, experimentei as duas e, apesar da Schutz estar um pouquinho mais cara, a diferença valia a pena: uma bota exatamente como eu queria (bem parecida com a falecida), fácil de combinar com saia, calça, vestido e boa de verdade (couro bom, acabamento bom, confortável).

Bem , dito isso, look todo preto pra fazer jus a bota.


Calça jeans preta e moleton de renda preto pra dar um ar mais dramático e rebelde pra história.


Que combina perfeitamente com o clima cowboy moderno/do rock. Ó como ela é uma coisa linda!



Affe, falei um monte né? Tudo isso pra contar a minha dica do He-Man: 

Não deixe pro ano que vem a bota que você pode comprar na liqui hoje.

Cês sabem que é raro me ver incentivando o consumo, assim, descaramente. Mas, nesse caso, a urgência se faz necessária. Veja bem, avalie comigo: todo ano vai ter frio (a não ser que você more na Bahia, no Pará, ou em Pernambuco, e por aí vai). Entonces, todo ano cê vai precisar de botas. Então, não aguarde o inverno do ano que vem (quando as botas vão estar custando os olhos da cara). Compre agora, aproveite as liquis e rock your boots no inverno que vem.

Té amanhã!

Créditos:
Calça: Zara
Sapato: Schutz
Moleton de renda: H&M
Óculos: Asos

Na vida, nada se cria, tudo se copia

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Uma das coisas legais de começar num trabalho novo é conhecer gente nova e diferente. Se elas, ainda por cima, tiverem estilos interessantes e diferentes do seu, melhor ainda. Afinal de contas, nessa vida (e especialmente na moda), inspiração é tudo.

Pois bem. O look de hoje é descaradamente inspirado numa pessoa aqui do novo trabalho. Sabe quando você vê um ser usando um look legal e inteligente e, ao mesmo tempo, simples e pensa: "por que eu não pensei nisso antes?" e aí, logo depois, cê pensa: "ah, mas pra que ter pensado antes se dá pra copiar e usar depois?".

O tal look original em questão era tudo isso aí mesmo: simples, confortável, charmoso e quentinho. Consistia em uma camisa jeans usada por baixo de um tricô super largão e com uma estampa étnica em tons de laranja e azul marinho. Na parte de baixo, uma calça jeans escura e uma botinha. Simples, charmoso e delícia.

Enfim, dei dois dias de diferença entre o look inspirador e o look inspirado só pra não ficar muito na cara que eu copiei descaradamente a ideia. E copiei tudinho: calça jeans escura, camisa jeans embaixo, tricô grande por cima. Só não consegui mesmo copiar o padrão do tricô, mas substituí por uma oncinha pra dar um contraste com o jeans e manter o clima divertido.


No lugar da botinha baixa do look original, usei um oxford de salto plataforma de madeira envernizado que caía bem num dia friozinho e, pra finalizar, incluí a bolsa redonda, mais amada.


Pra ficar perfeito mesmo só faltou fazer a unha. Graças a Deus, o finde friozinho tá aí pra isso, né, gente?

Bom finde frio procês! E semana que vem a gente vê se aparece algum outro look inspirador por aqui pra eu copiar!

Créditos:

Calça: Dzarm
Camisa: Zara
Tricô: Forever 21
Sapato: Zara
Bolsa: Marc by Marc Jacobs
Batom: Diva da MAC


Post patrocinado: Básicos nada básicos by mi.li.ca.

De todos os looks que a gente já montou aqui pros nossos posts da sessão "Básicos nada básicos" em parceria com a mi.li.ca., o de hoje, sem dúvida, é o que mais faz jus ao nome. Prepare-se para um look básico nada básico como nunca foi visto aqui antes.

Repare bem no que consiste o referido look:

1. uma camiseta cinza

2. uma saia preta

3. um sapato preto

4. um cinto cinza

Mais básico, impossible!

Eis que pegamos esses elementos, juntamos tudo e... chiquê puro.


Mas não foi por acaso. E nem qualquer sapato preto, saia preta e blusa cinza ficam chiques quando combinados entre si. Mas vamos reparar primeiro na saia?

Vou falar primeiro dela porque o look começou mesmo nela. Ela é dessas peças que você compra com toda a tranquilidade de estar investindo o seu dinheiro, ao invés de estar gastando. Dessas que a gente sabe que vão durar a vida toda e jamais vão sair de moda. E, por fim, dessas que dá pra usar de dia (pra ir trabalho num dia que é necessário exalar poder) ou à noite (pra um jantar chique, porém comportado).

O mais legal é que ela não tem nada de mais. Nada além de um caimento lindo e um corte volumoso inteligente. Pra você ver a diferença que faz um pouquinho de pano a mais.

Daí chegamos na camiseta. Uma camiseta que me fisgou o coração desde o momento em que bati o olho nela no Instagram da @milicastore. Sabe uma camiseta que, até na foto, dá pra sentir que é gostosa? Tecidinho delícia? Caimento perfeito? Na hora fui lá e comentei que amei. Resultado: a Mi e a Cami, donas da marca, botaram o nome da camisa de Joana. Morri de orgulho! (ah, e ela ainda tem precinho camarada de R$79,90 :-)

Aí vem o sapato. Aquele que eu ando apaixonada. Anda quase sozinho, o bichinho. Mas eu tenho isso com sapato. Encasqueto e não tem quem tire do meu pé até ele ficar tão podre que eu tenho que troca. Mas esse ainda tá bonitinho. E o mais legal é que ele tem tudo a ver com o look de hoje: é simples, sem nenhum adorno, mas recortado de um jeito cheio de personalidade.


Por fim, adicionei duas pulseiras com carinha de ouro velho pra dar uma ornada. Porque até o meu minimalismo tem um limite.

Créditos de hoje:

Camiseta: mi.li.ca store
Saia: COS
Cinto: Shoestock
Sapato: Arezzo
Pulseiras: Q-Guai
Batom: Diva da MAC

Alô, cores primárias!

Eu não morri, amiguinhos. Eu tava pra lá e pra cá no emprego novo e organizando um monte de coisa nova na vida e do blog que eu conto em breve.

Mas a verdade é que tinha tempos que a minha rotina não mudava dessa forma. O emprego novo deu origem a tantas outras coisas novas: horários novos, trajeto de busão novo (um pouco mais longo, o que acaba influenciando nos horários também), lugares de almoço novos.

Uma mudança será certamente bem vinda: não estar mais grudadinha no Iguatemi. Nada de passeios à Topshop na hora do almoço, nem Zara no fim do dia. Por outro lado, infelizmente, tem 3 McDonald's num raio de 700 metros do trabalho e eu sou meio ruim de resistir ao cheiro de batata frita na hora do almoço (a conta até agora está em 1 semana e 1/2 de trabalho, dois dias de fritura).

Eventualmente, a vida acaba entrando nos eixos, a gente aprende a saltar no ponto certo, o alface pra mesa e eu volto a postar regularmente. Mas, enquanto tudo é novidade, nada como estrear roupa nova no trabalho novo.

A viagem de férias entre trabalhos não foi dessas de voltar atolada de compras, mas, como a gente falou no post do C de Compras, rendeu bons achados. Tipo o vestido do post de hoje.


Eu já tinha visto ele na Zara aqui no Brasil. Achei lindo e diferente e super fácil de combinar com tudo. Mas tava caro e eu achei que não valia à pena. Quando cheguei em BCN e me deparei com a Zara em liqui, nem imaginei que ele estaria lá, largado numa das araras, filho único, a 25 euros. Aí já ví vantagem. Peguei na hora e, sem experimentar, levei pro caixa. Era tamanho grande e eu gosto de roupa mais folgadinha mesmo (não aconselho fazer isso, mas o boy tava impaciente do lado de fora da loja e eu não queria perder a oportunidade).

Só fui experimentar o bichinho quando cheguei no Brasil. E, nao é que ficou do jeitinho que eu queria?



 O dia tinha amanhecido bem frio, mas, lá pelas 10 da manhã, já dava pra sentir o calorzinho de um dia de sol de inverno. Temperatura na medida pra se cobrir de levinho e nãopassar nem calor nem frio.

Acabei usando uma meia calça mais grossinha e o vestido por cima. E só.


E, como eu falei das cores fáceis de combinar, fica a dica: preto na meia e nos sapatos, óculos com aro vermelho. Tudo ideia do vestido.

Créditos:

Vestido: Zara
Meia: Lojas Americanas
Sapato: C&A
Óculos: Opticas Nahuel - Buenos Aires

Aos looks sem frufru!

Eu nem consigo explicar de onde surgiu o meu amor pelos geométricos. Sei dizer que ele é bem profundo. Acho estampa geométrica um troço chique de doer. Por isso, quando eu vejo uma na minha frente, fica difícil não parar pra olhar.

Acho que a coisa do chiquê do geométrico está na velha máxima de que menos é mais. Geometria é matemática, objetiva, exata. E, assim, complexa em sua simplicidade é perfeita.

Hoje, o post é reto como as linhas que compõem o look. Nasce do tricô geométrico mas leva a objetividade da geometria pra todas as peças: jeans e acessórios brancos. Tudo simples, sem frufru.


Desses looks que não demoram dois tempos pra montar, mas que nunca fazem feio.

Uma coisa que fez diferença nesse caso (e sempre faz) é a escolha das cores: o tricô verde deu um tom mais divertido à seriedade geométrica e contrastou super bem com o jeans escuro.


Por fim, os acessórios também foram escolhidos a dedo. A bolsa branca não poderia ser mais geométrica com seus traços retos e simetrias, sem nenhum arabesco. O sapato, além de também ser branco, também era simplicidade pura. Acho que o "não frufru" foi a regra que imperou mesmo.


Fica então o meu brinde (computador numa mão e taça de vinho na outra) aos looks não frufrus de uma quinta-feira cansada!

Boa noite!

Créditos:

Calça: Dzarm
Tricô: COS
Sapato: Zara
Bolsa: Maria Bonita Extra
Colar: COS

C de compras: o último C da viagem :-(

O último post da viagem é aquele que a gente fica postergando eternamente só pra sentir, pelo menos um pouquinho, o gostinho das férias. Infelizmente, por mais que a gente tente adiar, uma hora chega a hora de se desapegar. Então, aqui vai o post do nosso terceiro "C" das minhas mini férias: o C das compras.

Hoje eu vou fazer o inverso. Nos outros C's eu falei de look e depois falei dos temas referentes a cada "C". Hoje vamos começar falando das compras e depois a gente fala de look.

Direto ao ponto, e bem didático:

GRANDES REDES:
Nem preciso falar que Barcelona tem aquelas redes todas que a gente adora: H&M, Zara, Sephora. Enfim, é uma cidade bem farta de oferta dessas grandonas e isso não é novidade. 
MINHA DICA: preste atenção às épocas do ano que visita a cidade. Eu cheguei e dois dias depois todas as redes estavam em liqui. E deixa eu te contar, liqui lá é levada à serio. Nada de descontinho de 10% (que deveria ser desconto de pagamento à vista em qualquer época do ano). As "rebajas", como eles chamam, são de 50% pra cima.

TESOUROS ESCONDIDOS:
Nada como aproveitar uma viagem para descobrir lojinhas diferentes e garimpar peças que ninguém por aqui vai estar usando. Eu dei sorte porque o bairro no qual me hospedei tinha um monte de lojas super charmosas bem na porta de casa. Mas, mesmo se os tesouros estiverem mais distantes, vale procurar por eles.
EU INDICO:

- D-lirio: lojinha super gracinha no Born. Vende uma seleção bem especial de bijus, sapatos, bolsas e roupas. Ela é pequenininha, mas a curadoria de peças de designers locais é de babar. Eu recomendo prestar atenção especialmente nas bijus (que são lindas e com precinho ótimo - a foto aqui embaixo é da pulseira e dos dois anéis que eu comprei lá) e nos sapatos da marca Eva vs Maria (um tiquinho caros, mas com qualidade e design que fazem valer o preço - são, sinceramente, os sapatos mais lindos que eu ví nos últimos tempos).


(como não se apaixonar perdidamente?)

- Le Swing: brechó charmosérrimo, também no Born, com uma curadoria excelente de peças sem marca e outras super grifadas (tem Chanel, YSL, Dior e etc e tal) tudo com preços razoáveis. Peças, sem dúvida atemporais e que, já duraram e ainda vão durar uma vida.

- Coquette: chique, discreta e despretensiosa. A Coquette tem uma seleção de peças impecável de vários designers da região. Mas você entra na loja e nem percebe que são designers diferentes que fizeram cada uma das araras. A loja tem unidade e personalidade, coisa difícil pras multimarcas. De novo, peças atemporais e com muita qualidade.

PASSADA OBRIGATÓRIA:
Eu já falei da COS, mas vou repetir porque amo mesmo. Depois da minha primeira visita super corrida, voltei lá com mais calma e...surprise! Tava tudo em liqui. Por conta dos preços camaradas, qualidade das peças e design atemporal (eita, acho que essa vai ser a palavra do post), foi lá que concentrei as minhas compras da viagem. Ao longo das próximas semanas eu vou mostrando as minhas escolhas. Mas vale super a pena e, pra mim, é parada obrigatória.

Ah! E aproveite a visita à COS pra dar uma passeada pelo Passeig de Gracia. A rua é, historicamente, a mais chique de Barcelona (é ela que abriga duas das obras mais emblemáticas do Gaudí: a Casa Batló e a Casa Milá, mais conhecida como La Pedrera). Vale dar um passeio por lá só pra namorar as vitrines das marcas poderosas, mas comprar não foi pra mim não.

Bem, agora que já falamos sobre esse tantão de lugar pra gastar, vamo ver como dá pra usar.

Como eu comecei um trabalho novo essa semana, tô numa empolgação pura pra montar looks com cara de trabalho. Mas preciso confessar que, no primeiro dia, eu acordei de manhã ainda achando que ainda tava no calor espanhol e que dava pra botar as pernocas de fora. O look ficou maneiro, mas passei o dia com frio. De qualquer forma, achei que valia dividir com vocês, especialmente pela presença dos itens novos, adquiridos durante a viagem. Vamos a ele:


O casaco com trançados geométricos foi quem guiou o resto do look. Achei ele dando sopa largado numa arara da liquidação da Zara por 29 euros. Achei que valia por conta daquela palavrinha que a gente tanto falou hoje: atemporalidade. Ele tem uma estampa que não é nem séria demais, nem fun demais e mistura cores mais neutras com um toque de amarelo pra dar uma alegrada sem ser excessivo.

O casaco puxou a saia rendada. Achei a maior coincidência do mundo os detalhes do casaco serem da mesma cor dessa saia e, sem medo de parecer óbvia, resolvi combinar os dois. E não ficou mesmo óbvio. Principalmente porque a saia vai bem pros lados do romantismo e o casaco vai pro lado da racionalidade. Estilos diferentes combinados por uma única cor.


Último item novo do look, o sapato é meio open boot, meio peeptoe e branco. Achei lindo, prático e branco. Super difícil encontrar sapato branco bacana e que não pareça sapato de noiva, mas quando você acha aquele que faz o coração bater mais forte, a minha dica é: invista nele. Se ele tiver uma precinho camarada de liqui da Europa, melhor ainda.


Por fim, queria pedir desculpas pela inconstância dos posts durante esses últimos dias. O trabalho novo exigiu uma certa adaptação da rotina de fotografar e postar (e ir pra academia, e fazer yoga, e pegar o bus, enfim, trabalho novo mexe com tudo). Mas agora já tá tudo mais acertado e entrando nos eixos.

Amanhã tem mais.

Créditos:

Casaco: Zara
Camiseta: COS
Saia: Zara
Sapato: Zara

Tesourinhos vintage

Antes até de escrever o post de hoje queria só parar um pouquinho pra fazer um jabá não pago da minha loja preferida das internet.

Cês lembram, há um tempinho atrás, num post bem carioca, que eu contei (aqui) que a Ana me indicou um site de coisinhas vintage modernetes (olha o paradoxo) que eu fiquei louca da vida? Pois bem, my people. Acabei de entrar no Enjoei e descobrir as tais meninas do Vintage & Amigos lá na capa do referido site.


Fuçando um pouco mais (e trocando emails com a Ana), descubro que a história por trás disso é simples e simplesmente brilhante: as duas moças garimpeiras foram garimpar tesouros vintage lá em Minas. Encontraram um tantão de peças lindas e cheias de personalidade e montaram uma lojinha no Enjoei pra vender o lote (com direito a lookbook e vídeo).

Eu tô bem apaixonada por esse aqui. E também por essa camisa aqui.

Daqui a pouco, posto o último C da viagem. E conto se eu cedi à tentação.

Bjo procês!