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A viagem do turbante

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Ontem foi o nosso último dia em São Francisco, essa cidade encantadora que, apesar dos 18º praticamente constantes, acolheu a gente de um jeito bem caloroso nesse Carnaval prolongado.

Quem acompanhou a viagem pelo Insta (@mourajo) viu que o fim de semana foi animado! O sábado foi dia de alugar bikes e atravessar a Golden Gate até Sausalito pra almoçar e dar uma voltinha na cidade.

O dia tava lindo, o sol tava brilhando.... e a neblina tava deixando tudo beeeem gelado. Gelado num nível que eu tive que comprar uma calça e um casaco de moleton numa lojinha turistona pra resolver o problema de congelamento humano. Ou seja: nada de look de domingo!

Mas ontem foi dia de conforto pra se preparar para a volta pra casa. Nada melhor do que uma camisetona, bem grande, bem larga, bem sem cintura (eu sei, vão ter mocinhas reclamando da falta de cintura, mas dia de conforto é praticamente sinônimo de dia sem cinto).


Pra não sentir frio, incluí uma meia cinza grossinha e um casaco onça militar.


Por fim, como a gente sempre gosta de dar uma apimentadinha nas coisas por aqui, finalizei o look com o turbante preto (essa foi, definitivamente, a viagem dos turbantes) e um batonzão vermelho!

Aliás, esse batonzão merece atenção. É de uma marca bem baratex chamada Nº 7, cês conhecem? Comprei no Wallgreens e custou 9,90 doletas. Cremoso, boa fixação e me apaixonei pela cor (Love Red). Fica a dica. :-)


É isso, gente!

Espero que vocês tenham gostado da viagem tanto quanto eu! E agora, é contagem regressiva pro casório!!! Tensaaaaaaa!

Créditos:

Vestido: Amores Trash Couture
Casaco: Forever 21
Bota: Schutz
Turbante: Urban Outfitters

O Mission e suas descobertas

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Já tem um tempo que, praticamente toda vez que a gente viaja e, ao invés de ficar num hotel, preferimos escolher algum lugar no Air BnB que tenha a nossa cara.

Pra quem não conhece, o Air BnB é um site de locação de casas temporárias. Você entra lá, fala onde você quer ir e o site te dá um monte de opções de casas ou apês legais pra você alugar. O legal é que não é aluguel de temporada, nem nada. Se você quiser ficar 3 dias na casa e ela estiver disponível, você vai pagar as três diárias como se fosse em qualquer hotel.

A primeira vez que eu usei o Air BnB foi na viagem pro Japão, simplesmente porque lá os hotéis são absurdamente caros. Uma amiga minha já tinha ido pra lá e indicou pra gente alugar o mesmo apê que ela tinha ficado, no bairro de Shimokitazawa. E foi nessa que o Air BnB me pegou. Shimokita é um bairro pequeno, a uma estação de trem do centro de Tóquio, mas ele não é nada turístico. Você passeia pelas ruas e não vê um hotel. Só casinhas fofas e comércios pequenos e deliciosos. Mas é um lugar que eu não ficaria (e talvez nem tivesse conhecido) se não fosse pelo Air Bnb.

Em Barcelona foi a mesma coisa. Ficamos numa coberturinha com terraço super fofa e no miolo do Born (outro bairro charmoso que o Air BnB me apresentou). E tudo isso por um preço bem mais amigo do que o de um hotel.

Então, quando decidimos passar o Carnaval aqui em São Francisco, a gente não tinha muita dúvida de que queria alugar um apê (ainda mais com o dólar do jeito que tá, toda economia é bem vinda). Procuramos, pesquisamos e viemos parar aqui, no Mission.

O Mission é um bairro de imigrantes. Ao longo dos últimos séculos ele abrigou estrangeiros de várias partes do mundo. E isso fica bem claro na quantidade de restaurantes étnicos que você encontra por aqui. Mas a verdade é que há algumas décadas o bairro se tornou o centro da comunidade latina aqui em São Francisco. Basta passear pela Mission Street pra se deparar com piñatas colorindo as vitrines das lojas e restaurantes que espalham seus perfumes picantes pelas ruas.

Mas o Mission é um bairro intrigante. A duas ruas da Mission St, o cenário muda TOTALMENTE. Se a Mission é um microcosmos da América Latina em miniatura, a Valencia, a apenas duas quadras de distância, é o paraíso dos jovens hypsters do Vale do Silício. Barbearias com carinha vintage (cheios de homens barbudos dentro, o que parece um contrassenso), lojinhas de móveis super charmosos e restaurantes fofos que oferecem brunchs que bombam aos finais de semana.

E, no meio do caminho, estou eu (e o apê que alugamos). Um lugar que, provavelmente, eu não teria conhecido se não estivesse ficando aqui. Prova disso é que a gente tem esbarrado com brasileiros em todos os lugares aqui na cidade, menos no Mission.

Então, vamos a algumas coisa que eu adorei fazer por aqui e acho que valem uma visitinha a bairro:

Arte urbana:
O Mission tem uma das maiores concentrações de grafites de São Francisco. Praticamente um museu ao ar livre. Achei essa matéria na Time Out que tem o roteiro de vários edifícios grafitados aqui na região. Dá pra ir de um pro outro a pé e observar o bairro pelo caminho.

Lojas de decoração:
O bairro é cheio de lojas de decoração. Umas com coisas antigas reformadas (como a The Apartment, que vende móveis reformados), outras com móveis novos cheios de personalidade (como a Blu Dot), ou ainda lojas de coisinhas encantadoras de decoração (como a Little Paper Planes - que aparece na foto aqui embaixo e é simplesmente um charme).


Restaurantes:
Tem de um tudo. Desde tacos deliciosos (como o La Palma Mexicana, eleito o melhor taco de SF), passando por kebabs sensacionais (como o Ali Baba's Cave, que de charmoso não tem nada, mas é o melhor kebab de falafel que eu já comi - e custa 8 doletas), até ceviches bem criativos (como os do Loló, esse sim, charmosíssimo e sempre bombado - vale fazer reserva). Ah! Tem a Beretta, pizzaria delicia e ótima também pra tomar uns bons drinks).

Bem, já convenci que vale a vinda né?

As fotos de hoje foram aqui no Mission também (e, de novo, tirei por conta própria, só eu e o tripé! tô me sentindo muito independente!).  Achei esse motorhome super charmoso parado do ladinho da nossa casa e usei o bichinho como cenário pras fotos de hoje.


Como o clima continua meio quente/meio frio resolvi usar a mesma tática de ontem e deixar uma parte do corpo à mostra pra dar uma refrescada. Ontem foram os gambitos, hoje foram os bracitos.


Escolhi uma calça skinny preta e uma camisa levinha branca. Por cima, coletinho de pêlos que tava há tanto tempo guardado no armário. Só pra dar aquele charme e esquentar o coração. Aliás, fiquei feliz da vida com a escolha do colete: três pessoas elogiaram ele na rua hoje! Ponto pro UASZ!


Pra finalizar, como passei o dia todo fora, achei que valia à pena usar um turbantinho pra garantir que o cabelo ia ficar no lugar. Como a franja tá grande (deixei crescer pro casório), ela tá com essa mania agora de ficar mais selvagem, então um turbantinho sempre ajuda. E esse de veludo rosa é coisa linda de viver.

Affe, escrevi demais, né? Me perdoem, gente. É que, com viagem, eu me empolgo mesmo.

Créditos:

Caça: Zara
Camisa: C&A
Colete: Zara
Óculos: Ray Ban
Turbante: Kimonaria

Friozinho com pernas de fora

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No último post aqui do blog eu contei que tinha chegado aqui em São Francisco pra uma mini viagem de Carnaval. Acontece que, no final de semana, aproveitamos pra dar um pulinho em Tahoe, na casa de uns amigos, pra conhecer e região (que eu nunca tinha ido) e tentar esquiar um pouquinho (também nunca tinha esquiado!).

Tahoe fica a três horinhas de São Francisco e, pra quem tá vindo pra cá com dias de sobra, prometo que vale a visita. Tem várias fotos lá no Insta (@mourajo) do finde na neve! Não vou nem postar o look do ski aqui porque de fashion ele não tem nada, mas vale dar uma conferida no Insta só pelos cenários encantadores.

Hoje, cá estou eu de volta em São Francisco. E, pra alegria geral da minha mala de viagens que continha uma saia, o dia amanheceu naquela medida perfeita do frio que dá pra botar um casaquinho, mas ainda deixar as perninhas de fora.

A saia em questão é dessas fofices que eu não consigo abrir mão. Quase 31 anos na cara e eu adoro essa saia rodada com estampa de gatinhos. Ok, não dá pra usar pra trabalhar. Mas nada como uma viagem pra gente usar todas aquelas peças que os dias úteis não permitem.


Sobre o tricô, confesso que roxo não é das minhas cores preferidas. Já até falei sobre como achava difícil de combinar (inclusive usando esse tricô aí como exemplo). Mas o bichinho é tão charmoso e gostoso que, mesmo não sendo apaixonada pela cor, eu mantenho ele firme e forte no armário. Daí, quando fiz a mala pra SF achei que valia a pena trazer e botar ele pra trabalhar um pouquinho.


Mas já que estamos falando novamente das combinações com o roxo, vale dividir aqui duas das minhas preferidas (e que eu aprendi na base da tentativa e erro): azul clarinho e rosa choque (as duas também tava naquele primeiro post com o tricô que eu mencionei aí em cima). Por isso, tratei de incluí-las pra dar uma levantada no look: azul claro no óculos e rosa no batom.


E não é que, por coincidências do destino, a unha tava roxa também? Era pra ser. :-)


Bem, o look era pra passear pelo Mission. Mas isso deixa pro post que vem mais tarde em que eu conto tudo sobre o bairro.

Créditos:

Saia: Antix
Tricô: Animale
Bota: Schutz
Óculos: Zara

Carnaval no friozin

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Quem segue o @mourajo no Insta já ficou sabendo onde eu vim passar esse Carnaval. Esse ano troquei os bloquinhos e a praia (que costumam ser a diversão dos meus dias de folia) por um friozinho de frente pra baía de São Francisco, aqui na Califa.

A ideia era passar uns dias na cidade e emendar em passeios aqui pela região com amigos e família. Nada mal, né?

Confesso que, pra mim, tá sendo uma delícia e um alívio do stress trabalho + pré-casamento. Tava precisando mesmo dar uma relaxadinha porque essas últimas semanas foram bem intensas.

Entonces, cá estou eu pra contar pra já mostrar o meu primeiro dia por aqui.

A temperatura tá lá pelos 18 graus, o que foi outro alívio. Confesso que andava ansiando por uns dias sentindo um ventinho frio bater no rosto. Bom é que tá friozinho, mas sem ser nada avassalador não. Friozinho gostoso, desses que, no sol, dá pra tirar o casaco e ficar só de camiseta.

A gente aproveitou o primeiro dia pra passear em dois bairros super gostosos aqui de SanFran: o Pacific Heights e a Marina. Eles são bem pertinho um do outro, então, vale fazer um combo mesmo e visitar os dois num dia só.

Comece pelo Pacific Heights, um bairro bem residencial e bem alto. De lá, dá pra se deparar com vistas incríveis da baía. As casas também são um escândalo de lindas, tudo com carinha daquela arquitetura Eduardiana que é tão presente aqui na cidade.

Ainda no Pac Heights (apelidinho para os íntimos) que fica o melhor trecho da Fillmore (espécie de Oscar Freire, só que mais simpática) aqui de SanFran. Cheia de cafés fofos, restaurantes legais e lojas incríveis: nada das tradicionais Chanel, Prada, Gucci, que você encontra na Union Square. Na Fillmore ficam os estilistas mais jovens, com marcas menores, mas super bacanas. Vale dar uma andada, tomar um café e olhar as vitrines pra se inspirar.

Dá pra ir andando pela Fillmore até chegar na Marina, o outro bairro que falei procês. Basta descer esse ladeirão aqui ó.


E já que eu apareci aí, vamo falar desse look em questão?

Eu tava doida pra usar esse macacão, mas no Brasil tava calor demais pra botar uma calça jeans. Trouxe na mala e achei ele perfeito pros passeios de férias (esses que você passa o dia inteiro na rua e precisa estar super confortável). Cês lembram dele? Ele foi um dos meus achados na Forever 21 no final do ano passado. Fiquei arrasada que não tava podendo comprar, praticamente em prantos no provador porque queria levar ele pra casa. Mas eis que Papai Noel foi generoso comigo e me trouxe um saco de F21 no Natal.

Esse look foi montado pra ser a cara do conforto e acho que deu certo, né? Combinei o macacão com uma blusinha listrada (eu tinha experimentado assim lá na Forevis e tinha achado fofo, daí como eu já tinha essa aí da Topshop, achei que valia repetir a fórmula) e, por cima, joguei um tricô bem gostoso e quentinho. Pra finalizar, lenço leve pra esquentar o pescoço (e, quando der calor, amarrar na bolsa).


Mas, nada como uma viajante prevenida que traz adereços na bolsa pro caso do vento apertar e o cabelo ficar desgrenhado! Bastou um turbantinho na bolsa pra garantir que a juba ia ficar no lugar, comportada, o dia todo. E ainda deu um charme extra pro look.


Bem, voltando ao guia turístico, descemos a Fillmore (apesar de parecer íngrime, ela tem uma escada na calçada que ajuda bastante e, afinal de contas, pra baixo todo santo ajuda) até cruzar a Union. Essa é outra rua legal de passear. Nada turística (só tem gente local, que mora por ali mesmo), mas tem vários restaurantes e lojas maneirinhas. Basta mencionar que tem uma American Apparel enorme!

Outra rua bem legal logo ali na frente é a Chestnut: muitos bares, cineminha com cara de antigo, lojinahs de cupcake. Coisa de loko. Preciso me controlar pra não voltar pro Brasil com 10Kg a mais senão a Fafi me mata!

Por fim, logo ali na frente é o mar. O legal é que em frente à praia tem um parque enorme, gramadão, pais brincando com criancinhas. Coisa linda de ver comendo um cupcake!

Amanhã tem mais! Enquanto isso, recomendo muuuuito seguir o meu perfil lá no Insta pra ver todas as fotos que ando tirando por aqui!

Créditos:

Macacão: Forever 21
Camiseta: Topshop
Tricô: Forever 21
Tênis: Converse
Óculos: Zara
Turbante: Kimonaria

A cara da praticidade (só que dourada)

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Tem dias que a gente só quer uma roupa pra resolver a vida. Ontem, tinha tanta coisa pra fazer antes da viagem carnavalesca que eu só queria uma calça soltinha e confortável e uma camisa branca. Simples assim. Praticamente o uniforme da praticidade. E foi exatamente assim que eu saí de casa.


Achou que ia ver um look sem graça? hihihi

No último post, a gente falou sobre roupas que iluminam. Bem, nada como uma calça dourada pra iluminar o dia. O legal é que o shape dela é absolutamente o que falei lá em cima: folgadinho, confortável e leve pra não dar calor.

Essa calça eu acho mesmo uma mão na roda. Além do shape ser mega gostoso de usar, o fato dela ser dourada dá essa liberdade de usar de dia com uma peça mais clarinha (como a de hoje) e usar à noite com uma peça mais extravagante em eventos mais chiques.

A camisa é social, mas daquelas bem trabalhadas na elegância, com gola durinha, com cara de engomadinha. Mas leve, confortável e coringa do mesmo jeito.

O tipo de look pra provar que não precisa abrir mão de conforto pra ter elegância em qualquer ocasião.


Pra finalizar, usei a mesma carteira do post anterior. Como o look todo era chapado, achei que valia tacar umas listras aí no meio pra animar. Contrastou que foi uma beleza!

Créditos:

Calça: Stella Mccartney para C&A
Camisa: Turquesa
Sapatos: Eva vs Maria

Roupa que ilumina

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Tem roupas que a gente coloca e que parece que iluminam a gente. Já reparou?

Cê tá lá, toda se perguntando: "Ó Deus, por que existe a segunda-feira? Por que? Por que fizestes isso com essa sua filha?". Ainda mais uma segunda-feira que antecede a semana do Carnaval. Poucos dias são tão cruéis.

Você acorda atrasada e errada. Morta de ressaca cansaço do bloquinho que rolou ontem e as perspectivas da semana não são as melhores: 5 dias úteis de senzala antes de você poder gritar: Liberdadeeeee! Pois é, tem dias que são cinzas mesmo, amiga.

E é justamente pra esses dias tenebrosos que você precisa das roupas iluminadoras, uma dessas peças que eu mencionei ali no início e que tem o mágico poder x-men de te fazer brilhar (mesmo paetês).

Toda mulher precisa de uma roupa iluminadora no armário (ok, eu acabei de inventar o termo, mas vê se vocês acham que faz sentido também). Pra recorrer em dias como hoje! Aquela peça que você sabe que cai bem, que contrasta lindamente com o tom da sua pele, que te deixa mais viva e com aquela carinha de saúde que, pra ficar melhor, basta um blushzinho. Aquela peça que você olha e melhora o seu humor e te faz sorrir imediatamente.

Parece conversa de maluco, mas juro que na minha cabeça tá fazendo bastante sentido. Quer ver? Olha esse vestido e me fala se ele não ilumina o dia.


Ok, amarelo é a minha cor favorita. A minha casa é cheia de amarelo, o meu casamento vai ser amarelo. Num guento ver um amarelo sem sorrir. E isso que é o mais legal da "peça iluminadora". Ela é absolutamente pessoal. O que me ilumina, o que me faz sorrir e me deixa feliz e alegre e com vontade de encarar a semana de frente e dizer "Vem ni mim!" é só meu. E o que te faz feliz é só seu. Pode ser aquela calça jeans velha que te lembra tantas coisas boas. Pode ser aquela camisa social que você sabe que combina com tudo. Ou aquele vestido que todo mundo te elogia quando você usa.

O pré-requisito é simples, é a roupa que ilumina o seu dia.


Hoje eu aproveitei que o amarelo já tava iluminando tudo mesmo e combinei o vestido com uma carteira PB listrada e amei o contraste entre os dois.


Pra finalizar, batom rosa e plataforma prateada combiando com os detalhes bordados do dress.

E aí? Já parou pra pensar em qual a roupa do seu armário que ilumina o seu dia? Conta pra mim! Posta lá no instagram #modaqueilumina e vamos espalhar luz por aí, minha gente!

Créditos:

Vestido: Emannuelle Junqueira
Sapatos: Schutz
Óculos: Zara
Carteira: lojinha de museu em Tóquio
Batom: Relentlessly Red da MAC

Post patrocinado: Mude para melhor :-)

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Quando você pensa em mudar a sua vida, aposto que vem na cabeça aquela resolução de ano novo que você fez não tem nem dois meses e já tá achando tão difícil de colocar em prática. Acertei? É que mudança parece um negócio difícil mesmo, um esforço grande. E a vida já é tão complicada né? Tem trabalho, tem marido, tem família, tem estudos. Cadê hora pra pensar em mudar de vida?

Daí a gente acaba restringindo os momentos de mudança. Virada de ano. Segunda-feira da semana que vem. Dia 01 do mês. Lá eu penso em mudar. Quando chegar o verão eu começo a comer melhor. Quando eu fizer 30 anos vou passar a cuidar da minha pele. Quando eu tiver filhos eu sossego um pouco no trabalho.

Eu tô longe de ser exceção dessa maioria aí. Já perdi a conta de quantas dietas eu ia começar na "segunda-feira que vem". Mas eu acho que, depois de tudo o que eu vivi por aqui, consigo falar um pouquinho sobre mudança, pelo menos sobre a minha, né?

Pra começar, a minha mudança nasceu de uma coisa que me incomodava demais e há anos. Sabe a gota d'água? Não dava mais. Era mudar ou se afundar. E aí, não tinha como postergar. Não tinha como jogar pra primeiro de janeiro do ano que vem. A minha mudança foi no estalo do desespero. Não foi numa segunda, nem no dia 01 do mês. Foi no dia 03. De Março. Mas, pra mim, ele foi o dia 01 de uma nova vida.

A decisão não foi meticulosamente planejada. Porque posso falar com conhecimento de causa: quem planeja muito não faz. Nada de preparação. Nada de "deixa eu comprar mais umas coisinhas que tão faltando antes de começar esse desafio aqui.". Foi pá-pum. Pára de comprar djá. Pra não ter tempo de criar desculpa. Pra não ter tempo de me convencer de que não precisava mudar tanto.

Porque, no fundo, no fundo, o maior inimigo da mudança é a gente mesmo. O diabinho dentro da gente que quer, mais do que tudo, continuar exatamente onde está.

Então, o segredo é driblar o tal diabinho. Mudar tão rápido e enquanto ele dorme que, quando ele acorda, já tá tudo diferente.

Porque, no fim das contas, fazer acontecerem as mudanças que a gente quer pra nossa vida faz tão bem. No meu caso, mais do que ter feito bem pra minha conta corrente, ter conseguido mudar de vida me fez me sentir bem comigo mesma. Decidir mudar e colocar essa mudança em prática, me fez me sentir capaz de fazer qualquer coisa.

Por tudo isso, poucas coisas poderiam ter me deixado tão feliz quanto o convite para participar do evento de lançamento da nova campanha da Clinique #mudeparamelhor. Uma campanha que incentiva mulheres, todos os dias, a mudarem suas vidas para melhor. Ó só:


O meu papel nisso tudo? Contar a minha história de mudança e como ela me trouxe coisas maravilhosas. E torcer pra que isso sirva como inspiração pra outras pessoas mudarem suas vidas também.

Por isso, essa semana, eu vou publicar três fotos no Instagram (@mourajo) que falam um pouco sobre as coisas que o UASZ me trouxe. A primeira foto é essa aqui.


Nada melhor pra representar mudança do que um antes e depois, né?

A foto do lado esquerdo foi tirada no primeiro mês do blog, láááááá em 2011. A do lado direito foi tirada hoje (mais tarde tem post do look). O rosto acho que não mudou muito. E o cabelo, por incrível que pareça, depois de crescimentos e cortes, tá na mesmíssima altura. O que muda mesmo é o sorriso e o brilho nos olhos (e a porta amarela!). E, no fim das contas, não é isso que a gente sempre busca quando muda? Sorriso, brilho e ser mais feliz.

Boa semana procês!